Ecossistema Lusófono de Gestão de Incidentes

Ficha técnica EPD-05

Transferências Internacionais no Espaço Lusófono

Mapeamento e enquadramento jurídico dos fluxos de dados entre Portugal, o Brasil e os restantes países lusófonos, com os instrumentos contratuais e as comunicações às autoridades exigidas.

Problema a que responde

Os grupos lusófonos partilham dados de trabalhadores, clientes e fornecedores entre países de forma rotineira. Cada fluxo exige um fundamento próprio nos regimes de origem e de destino.

Destinatários

  • Grupos com sistemas partilhados entre países;
  • Prestadores de serviços em nuvem com clientes lusófonos;
  • Empresas com centros de serviços partilhados.

Entregáveis

  • Mapa de fluxos internacionais de dados;
  • Análise do fundamento de cada transferência;
  • Cláusulas e instrumentos contratuais adequados;
  • Identificação das comunicações ou autorizações exigidas.

Metodologia

  1. 01

    Fluxos

    Origem, destino e dados.

  2. 02

    Fundamentos

    Base jurídica por regime.

  3. 03

    Instrumentos

    Cláusulas e acordos.

  4. 04

    Comunicações

    Autoridades quando exigido.

Fundamento normativo

  • Capítulo V do RGPD (artigos 44.º a 49.º);
  • Artigos 33.º a 36.º da LGPD;
  • Lei n.º 22/11 (Angola), que sujeita as transferências para países com nível de proteção adequado a notificação à Agência de Protecção de Dados.

Resultados esperados

  • Fluxos legitimados em ambos os lados;
  • Contratos intragrupo coerentes;
  • Menor risco sancionatório.
Nota

A assessoria jurídica em cada jurisdição é prestada em articulação com advogados e parceiros habilitados localmente.

Um encarregado que fala a língua de todos os seus mercados

Designe um encarregado externo ou comece por um diagnóstico de conformidade em cada país onde trata dados.